03/04/2020

SOBRE A 3ª TEMPORADA DE ELITE


Elite é guilty pleasure assumido! Sua trama é absurda, mexicana (mesmo não sendo), emburacada e tonta. Mas eu amo! Foi por esses mesmos motivos que conquistou você e a mim. A turminha do barulho de riquinhos da escola sensação milionária instagramavel vive se encrencando com assassinatos ocasionais, tráfico de drogas, mentiras deslavadas, threesome desengonçados e veja só, nenhum deles é maior de idade. Imagina quando forem... 


Foto: Netflix

E nessa terceira temporada, o assassinado da vez é Polo. It's murder on the danceloor, you'd better not kill the groove nunca fez tanto sentido. E esse plot que transita entre a mesmice da primeira temporada invoca os piores tormentos da trupe. Alguns personagens abrem falência, outros adoecem ou são deserdados da família.

Tem mãe que é presa, tem boy que trai o namorado moribundo, tem diretora de escola que é praticamente uma prostituta do sistema, tem pai que é cafetão e obviamente, tem a pior detetive do mundo... a condução dos depoimentos, só caos e alegria! Sim, eles conseguem alcançar o ápice do nonsense nessa terceira temporada. E tudo bem. 

QUERO!

O seriado continua sendo o que é, puro abuso de questionamento intelectual de nós, meros e famintos espectadores. Seguiremos apaixonados e enlouquecidos por esses belíssimos trapalhões. Elite é entretenimento do mais ágil, vagabundo e delicioso. Tipo uma garrafa bem gelada de Catuaba. É ruim, mas é boa mesmo assim e sempre nos leva para onde queremos chegar.

Só não perdoo muito os novos personagens inseridos na novelinha. São zero carismáticos, não causam qualquer comoção ou ligeira conexão. Que morram nas próximas desventuras. Sim, quarta e quinta temporadas já foram confirmadas pela Netflix e alguns cortes no elenco ocorrerão. Ansiosa pero no mucho estoy.

P.S. Por onde anda Christian (o melhor personagem)? Um beijo, Chris!


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