05/02/2020

SOBRE HALSEY MANÍACA


Eu não gosto da Halsey, nunca gostei. Mas aprecio o esforço constante da moça em lançar coisa interessante, para assim ser, relevante. Suas performances ao vivo são dessa categoria, de preocupações e tentativas. O novo álbum da cantora que vivia gripada, Manic, gerou comoção para apreciadores de música pop e os fãs ficaram bem felizes com o resultado. Eu não gosto da Halsey mas precisava dar uma oitava, vigésima chance. E para meu espanto, esse disco não é da Millie Bobby Brown, por mais que pareça ser a nossa Eleven na capa. Chance dada, rosto reconhecido, veredito final.





Não dá, não entendo o apelo que Halsey possui. Continuo achando ela sem talento, forçada e uma cópia de várias outras cantoras que também flertam com o genérico. Seu disco é uma mistura de estilos, épocas e um drama tosco sem fim. Suas neuras permeiam as penumbras das redes sociais, onde tudo é questionável, parecendo mais inverdade que sentido. Suas músicas, assim como o Instagram, possui filtros que escondem algo que nem deve ser tão interessante assim. É ok mas é pouco. Seu esforço é disfarce talvez pela falta de conteúdo.  

Seu som é um quê de Ashlee Simpson meets Lana Del Rey meets Julia Michaels meets Michelle Branch meets Alanis Morissette meets Hilary Duff. Alguns momentos não incomodam e até esboçam boas faixas. Porém todos os elogios são exagerados. Não chega a ser um trabalho medíocre mas Halsey como intérprete, é.  É um sub produto pop super valorizado.

Não foi dessa vez que Halsey me fez gostar dela. Segue o baile.



OUÇA MANIC!

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