29/01/2020

AS 50 MELHORES MÚSICAS INTERNACIONAIS DA DÉCADA - PARTE 2 [25-01]


Para encerrar o assunto, eis a segunda e última parte das músicas internacionais eleitas grande maravilhas da década. Agora com direito a playlist no Spotify e tudo, lá no fim do post, tem o player lindinho para seu desfrute. E sim, ainda revisitaremos a década passada mais uma vez - a listinha com as melhores músicas nacionais sai nos próximos dias. Enquanto isso, espero que goste, de verdade, dessa irretocável seleção gringa.






50 MELHORES DA DÉCADA
PARTE 2 [25-01]



25 I FOLLOW RIVERS – LYKKE LI (2011)
Lykke Li nunca imaginou que um DJ poderia mudar a sua vida. E de fato, o remix, por um milagre, elevou a música para um novo patamar. Tanto a versão original quanto a feita para as pistas, penetra no seu corpo e esbravejar o refrão é preciso. Impossível separar esse hino da cena icônica de Adèle Exarchopoulos dançando no filme Azul é cor mais quente. Inesquecível.

24 FORMATION – BEYONCÉ (2016)
O álbum Lemonade elevou à música de Queen B para outro nível.  Por mais que não seja muito fácil, o disco nos presenteou com Formation,  precisão de um manifesto político e celebração de raça. A urgência do videoclipe e dos versos que representa é uma obra prima.



23 WHERE ARE U NOW? – JACK U WITH JUSTIN BIEBER (2015)
Justin devia deixar esses Yummy de lado e só lançar coisas com Jack U. Melhor fase né amores? Agora, o menino mendigo, mirou no hip hop versão calcinha e não faz ninguém vibrar. Zero defeitos por aqui. Somente aqui.




22 GREEN LIGHT – LORDE (2017)
Lorde usou as dores de um amor perdido e transformou tais dessabores numa pista de dança orgânica, vingativa e maravilhosa. Tudo construído com instrumentos musicais de verdade e não programações de computador. Tudo soa tão incrível, que fica quase impossível de apontar o que é melhor. Perfeição obrigatória. Uma porrada.

21 DO WHAT YOU WANT – LADY GAGA (2013)
Polêmicas à parte, seja no featuring original com um predador sexual ou no videoclipe inadequado (e enterrado) dirigido por outro ou na letra que aparentemente faz apologia ao estupro, Lady Gaga não sabia de nada. Relançou a faixa com Christina Aguilera e hoje meio que desdenha toda essa Era. A melhor música do incompreendido ARTPOP. Som de peso e pop de primeira.




20 AVANT GARDENER – COURTNEY BARNETT (2013)
A verborragia de uma esquisita Courtney nos pegou e a admiração foi súbita. Feito uma Sheryl Crow na era de All I wanna do is have fun só que filosófica, irônica e com língua solta, ela não só criou uma das músicas mais cools da década, mas também, a melhor letra. Narrar o próprio choque anafilático e criar uma metáfora em cima disso não é pra qualquer um.

19 SIGN OF THE TIMES – HARRY STYLES (2017)
Quem diria que um dos moleques do One Direction "reinventaria" o classic rock? Imagina quantas teens pesquisaram e foram atrás da musicografia de monstros como David Bowie, Bob Dylan e Rolling Stones? Música épica de proporções quase mágicas. Ode ao seu país e acima de tudo, uma declaração de amor ao rock. Maravilhosos, ele e o single.


18 LOVE SPENT – MADONNA (2012)
No conturbado MDNA, Madonna conseguiu nos entregar uma de suas melhores composições. Love Spent tem melodia desbravadora, que se transforma numa outra música dentro da música. Importante notar o despir de cada camada cuidadosamente e olha que são muitas. Uma peça exuberante, chique, com produção arrojada, que nem a própria criadora soube enaltecer.

17 TEENAGE DREAM – KATY PERRY (2010)
Não tem como falar da década passada sem Katy. Ela praticamente inventou o novo pop da época e teve êxito atrás de êxito atrás de êxito, virando a popstar global que conhecemos e amamos. Teenage Dream é a síntese dessa fase iluminada e incrível para todos os envolvidos - nós e ela. A afirmação é sobre música e álbum.



16 LOSING YOU – SOLANGE (2012)
Solange conseguiu se desvincilhar da sombra da irmã e trilhou seu próprio caminho. Muito do que ela produz, inspira a irmã mais famosa, aliás. Ouvindo Losing You, fica um gostinho de saudade e a vontade de pedir pra que ela deixe as experimentações musicais atuais um pouquinho de lado e volte a lançar coisas assim. 






15 WE FOUND LOVE – RIHANNA (2011)
Rihanna, antes de virar vendedora de maquiagem, inventou aqui o conceito de música de amor de novela numa rave on drugs e fim. Mais que um hino, um filme inteiro em formato de canção.





14 #BEAUTIFUL – MARIAH CAREY, MIGUEL (2013)
O riff sexy da guitarra prepara o campo para vocais sussurrados e melodia inspiradíssima. Uma pena que o single flopou pois é incrível! Felizmente ele serviu para abrir novas possibilidades musicais para o que viria ser o "novo" som de Mariah nos anos 2010. De longe, uma das melhores músicas da diva.

13 RUNAWAY – KANYE WEST (2010)
Não adianta negar, mesmo sendo escroto, arrogante e inadequado, Kanye é um gênio. A marca repetitiva das teclas de piano entrega mais que uma música, uma oração-manifesto. Faz 10 anos que foi lançada e mesmo assim, não perdeu nada do seu impacto. Da calmaria do começo ao final apoteótico, bow down.



12 ROLLING IN THE DEEP – ADELE (2011)
Retro pop soul que parece ter passado no scan da fórmula de uma música perfeita e dado resultado mega ultra positivo. De maneira classuda porém não menos intensa, Adele demoniza todas as dores de um amor que poderia ter sido e não foi. Quase uma lavagem de alma.



11 SUPER BASS – NICKI MINAJ (2011)
Metade rap, metade ultra pop, aqui temos a essência artística de Nicki Minaj. Merecidamente é o single mais icônico de sua carreira, trazendo uma gama de possibilidades para a mistura que se propõe.









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10 I LOVE IT – ICONA POP, CHARLI XCX (2012)
Diversão x inconsequência, a faixa nos coloca de frente para um amor quase infernal. Ou coisa do tipo. É pra cantar em coro, até rasgar os pulmões e pular o mais alto até perder o equilíbrio, sem derrubar a Catuaba da mão. Precisão juvenil que destila urgência, projetando fogo e vísceras em nossos ouvidos. O arranjo elaborado tipo "sirenes", traz harmonia ao que poderia ser puro caos sonoro. I Love It marcou uma geração.

09 CHANDELIER – SIA (2014)
A coreografia mais copiada e a música mais performática de seu ano, Chandelier é o conjunto de uma obra elaborada. Compositora que deu grandes hits para outros artistas, Sia guardou para si, sua melhor composição. Do reggaezinho a la Rihanna (o canto "sósia" é proposital), da melodia truncada e do refrão explosivo,  o single tem cadeira cativa como clássico moderno.

08 212 – AZEALIA BANKS (2011)
Não queria colocar na lista por motivos óbvios mas não consegui e tampouco irei trapacear. 212 é perfeição turbinada, explosão atrás de explosão de uma artista que prometia muito mas preferiu focar em tretas no Twitter ao invés de trabalhar seu dom.




07 XO – BEYONCE (2013)
No fim de 2013, Beyoncé fez a louca e num passe de marketing mágico, lançou seu álbum assim de surpresa e plim! Alvoroço geral, sucesso de crítica e público. Épica e se pá seu melhor trabalho, XO é quase uma revolução de como fazer uma lovesong. Para derreter e viver de amor.


06 WRECKING BALL – MILEY CYRUS (2013)
No Bangerz vinha de brinde uma cartela com adesivos lindos, até folhinha de maconha tinha. Nesse mesmo cd havia uma tal de Bola Demolidora, produzida com id visual de martelo, bola voadora e tórridas lágrimas, tornando-se "A" música de Miley. É devastadora, libertadora e lírica, ao mesmo tempo. Um marco na cultura pop que jamais será desassociado ao clipe. Um é pulmão, o outro é corpo inteiro. Cyrus diz não ser mais fã. Ela que lute.



05 VIDEO GAMES – LANA DEL REY (2011)
Todo dia devemos agradecer pela existência de Video games. Sem ela, não teríamos Lana iluminando e abençoando nossas entranhas com poesia, glamour, política e pop art. A delicada canção segue irretocável.




04 ROYALS – LORDE (2013)
Certa vez, David Bowie disse a Lorde que sua música soava como o futuro. Pois bem que, sete anos depois, Royals ainda soa... como o futuro. Cadê terceira Bíblia, more?





03 MY BABY DON'T UNDERSTAND ME – NATALIE PRASS (2015)
Tão especial, tão mágica, tão orquestrada, essa paixão pela arte, que brinca com a matemática da Música com seus instrumentos, compassos, claves, sustenidos é o casamento perfeito entre banda e voz - uma depende da outra e complementa. Sim, simbiose e indescritível! Um conto de fadas melancólico. Essa música é muito especial.

02 DANCING ON MY OWN – ROBYN (2010)
Dancing talvez tenha influenciado e definido toda uma década com sua sonoridade indie-rock-electropop. A jornada que nos leva para uma noitada, onde sentimentos são destruídos na pista de dança, é de cortar o coração. Robyn redefiniu todo conceito de música feita para dançar nos dias de hoje. E um pouco da solidão também.

01 SOMEONE LIKE YOU – ADELE (2011)
Voz, melodia, piano e letra. Com apenas 4 elementos, Adele criou a canção definitiva sobre o fim.É poesia e sentimentos que se desdobram em aflição,medo e dor.Mesmo com o coração em frangalhos, enquanto observa seu amor partir, ela consegue driblar o pessimismo e ver além, nem que seja num tom de vingança. É a conversa sincera entre o fator surpresa e o ponto final, numa das músicas mais lindas do mundo.




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